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Boletim R. Borges

julho 29, 2010 | Comentar

IBOVESPA – O índice fechou praticamente estável

ribvsp100729Com o volume financeiro de R$ 5,5 Bi, as cotações fecharam com leve alta de 0,22% aos 66.953 pontos. As cotações possuem forte resistência a 66.500, que corresponde a 61,8% de correção do movimento de queda entre abril e maio de 2010, cuja quebra seria extremamente positiva para o índice e sugeriria um teste a 72.000, topo do mercado atingido em 04/2010.

DJIA – O mercado caiu levemente

rdjia100729Os preços fecharam com leve desvalorização. O rompimento da linha -S-, superior da Cunha Baixista com Implicações de Alta, foi positivo para as cotações e sugere o teste inicial do nível 10.650, 61,8% de correção da baixa iniciada em abril/2010 e que está bem próximo de ser atingido.

Mercado Interno

BOLSA – A liquidez irá aumentar… “A bolsa reduzirá o capital necessário para investir nos Exchange Traded Funds (ETFs) a partir da segunda-feira 2 de agosto. Os seis fundos de índice negociados no pregão estavam sendo vendidos em lotes de 100 e o lote-padrão passa a ser de 10, o que diminuirá o custo de R$ 6,28 mil de um ETF do Índice Bovespa (BOVA11) para R$ 628, por exemplo. A Bolsa quer popularizar os fundos de índice, que tiveram 12,1 mil negócios em junho, movimentando R$ 515,3 milhões. Nos EUA, os ETFs são os veículos de maior interesse dos investidores, superando a COMPRA direta de ações.”

Mercado Externo

LEITURA – Para quem acredita que o mundo superou a crise e tudo está azul no céu, sugiro a leitura do artigo “Os riscos de um duplo mergulho na economia americana.” Escrito por Rodrigo Constantino no Palavra do gestor do jornal Valor Econômico no dia 21/07, caderno EU& página D2. Os riscos ainda são grandes e a economia por lá, como aqui, na Ásia e na Europa começaram a “patinar”.

Outra leitura que recomendo sobre o mesmo assunto é o artigo “Um alerta soturno de Ben Bernanke” escrito por José Roberto Campos na página A2 do Valor Econômico de 23/07. No artigo o autor mostra o que o presidente do Fed falou ao congresso americano e cita outras opiniões semelhantes como da do Alan Greenspan que falou que a economia americana “bateu em um muro invisível”. No artigo ele cita o problema imobiliário que não se recupera e que desabou após o fim dos estímulos, a inadimplência elevada nos empréstimos para o setor 40% dos com taxas flutuantes e de 20% dos com taxas fixas, a estabilidade da taxa de desemprego em patamares muito elevados (9,5%). O setor bancário continua com uma quantidade de títulos problemáticos preocupantes, a oferta de crédito está desmoronando, etc, etc. Na Europa O presidente do BCE Jean Claude Trichet deseja que os governos façam um aperto fiscal forte com aumento de impostos e corte de gastos e “é bem possível que daqui a pouco o BCE saia por aí aumentando os juros.” Vale a pena ler em detalhes o artigo…

Ricardo Borges – Financial Trainnig


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